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"Quem realmente são os anciãos?"

 

 

CAUSO 5

A série que está provocando reações diversas na comunidade TJ chega ao seu QUINTO capitulo. Nessa etapa começo a ter uma certa ansiedade de compartilhar-vos verdades esclarecedoras no tempo apropriado. Quero dizer que, apesar das ameaças dos capangas do reino e dos guardiões do Brooklyn, esta série chegará até seu último e sétimo capítulo cumprindo seu propósito. No "CAUSO" de hoje, estou retomando as aventuras românticas de nossos safadinhos pastores e contando-vos um relato do mais alto escalão que tenho conhecimento e tenha presenciado. A escrita em alguns momentos pesa para o erotismo e uma apelação subjetiva machista. Peço perdão às meninas, mas, fazia-se necessária essa conotação para trazer à tona sentimentos impróprios e chegarmos a nossa lição. O personagem desse capítulo tem o nome de Zeca. É uma homenagem a um grande cantor e garoto de propaganda de uma famosa cerveja em nosso país. O Zeca era superintendente de salão de assembléia, o maioral dos salonitas. 
 

RAPIDINHA NOS TERRENOS DA TORRE

UM HOMEM DE NOBRE ESTIRPE 

Zeca era ministro de tempo integral. Servia como salonita * (Salonita = indivíduo que brinca de casinha nos terrenos da Torre). Juntamente com sua esposa, de nome Santa,  ambos foram designados para cuidar dos interesses do reino em um prédio dedicado, a empresa JW.ORG. Não possuíam carreiras seculares. Possuíam apenas uma trajetória de sucesso no circuito. De voluntários em construções à chefes de equipe, CRC’s e, finalmente, a jurisdição de um salão de assembléias. Muito querido por um certo superintendente de distrito, Zeca, saltou a fila de espera e recebeu as chaves do salão. Ele moravam definitivamente nas cobiçadas residências ao redor do auditório. Tinham uma casa grande e confortável. Eram mais de três quartos com a finalidade de hospedar representantes de betel, de distritos e viajantes.

Zeca era bom orador. Sereno. Equilibrado. Muito educado. Também, era organizado e metódico, como de praxe. Tratava a todos com respeito. Zeca tinha o volume apropriado e seguia todas as normas de etiqueta - um verdadeiro Gentleman. Um coroa muito do bem apanhado, ungido (ungido = indivíduo que professa ter mais de 17cm de membro sexual) Com seus 40 anos bem vividos, colocava George Clooney no bolso. Sob sua responsabilidade estavam uma família de sete salonitas, três cachorros da raça Rottweiler, duas piscinas Toni, um galpão de eventos, inúmeras samambaias e jabuticabeiras e dezenas de otários, digo, voluntários vindos nas caravanas de multirões. Por inúmeras vezes era presidente em congressos, superintendente de assembléias substituindo os superintendentes de circuito e de distrito. Fez o lançamento do tratado para os limpadores de Salão do Reino, intitulado "Todo Sofrimento Acabará Em Breve". Costumava ser diretor em dramas e encenou diversos personagens bíblicos. Sentou-se à mesa com um membro do corpo governante, Milton George Henschel. Participava da reunião anual no betel da Sociedade Torre de Vigia.

A ORIGEM DO NOME: Aconteceu em um determinado multirão de limpeza/manutenção. (Esse povo ama chamar limpeza de manutenção) Zeca deu boas-vindas aos volun-otários e fez a distribuição de tarefas. Recebi das mãos sagradas de Zeca um check-list de atividades que incluíam limpeza das residências, paisagismo e higienização do canil (Residência dos cachorros de tempo integral). De forma educadaZeca me explicou com atenção tudo que estava envolvido nesse maravilhoso privilégio de serviço. Disse que os cães estariam presos em um local seguro dentro do canil, porém, muito confortáveis. Com lágrimas nos olhos, disse que contava com minha equipe para dar o melhor a Jeová. Chegando em nosso território (Canil) a bagaceira estava feita. Havia mais excrementos que em uma jaula de elefantes. Aqueles cachorros não obravam mas se fotocopiavam na forma de excrementos. Era uma bagaceira. Parecia que não se fazia a assepsia daquele lugar há dias. Reuni dois jovens dispostos e zelosos comigo. Dispensei as irmãs e pedi para elas cuidarem da área externa dos alojamentos. Localizamos os três terroristas que moravam naquele canil. Estavam agitados, presos por grades em uma espécie de área de lazer. Latiam sem parar. Mas quando começamos a limpar, os ‘sacaninhas’ sentaram-se e começaram a nos observar. Olhei nos olhos daquelas doces criaturas que nos diziam sem pudor: "Vão se fude* (*Π =3, 1416) meus irmãos. Vão se fude*!" (*Π =3, 1416) Só não parti pra agressão pois aqueles Rottweilers eram abençoados e estavam a li por direito divino. Afinal, expunham nos dentes afiados suas petições aprovadas diretamente pelo corpo desgovernado por cumprir cegamente suas designações espirituais.

Insisto nesse relato pois esse evento fatídico é o que nos leva ao batismo do nome de nosso personagem Zeca. Encontramos no fundo do canil uma área reservada com uma espécie de porão. À medida que nos aproximávamos, os cachorros latiam mais desesperadamente. Os jovens que me acompanhavam eram curiosos por demais. E, corajosamente, abaixaram e descobriram um depósito subterrâneo com uma grande montanha de garrafas de cerveja. As garrafas estavam novinhas. Eram tantas que nenhum homem podia contar! Todas da marca BRAHMA. Algumas delas pareciam usadas a pouco tempo. Cheirava ao lúpulo e cevada. Os jovens ficaram em choque! Não conseguiam acreditar e indagaram de mim o que era aquilo! Um lugar santo com cervejas? Não seria proibido no manual para salonitas? Fiquei entre a cruz e a espada: Eu poderia destruir os sonhos daqueles garotos ou continuar alimentando as suas utopias. Fiquei com a segunda alternativa e disse que aquelas garrafas de cerveja eram recolhidas para serem recicladas e o dinheiro usado como donativo para a obra mundial. Lembro-me do semblante de prazer e de satisfação que sentiram com minha resposta apropriada. Ufa! Foi por pouco... Fiquei pensativo e querendo esquecer essa descoberta. Em que os volun-otários bendiziam a Deus por passar um dia em seus pátios, eu tentava me recompor. Sem sombra de dúvidas um dia na praia era melhor que mil dias naquele lugar! Ô... se era...

SEXO DROGAS E ROCK AND ROLL: Zeca e Santa, sua esposa, pareciam felizes. Mas, em nossos causos, nem tudo são flores. E seguiremos com a narrativa de Zeca. Um amante das iguarias desse mundo, apreciador do puro malte. Além de guardar garrafas de Brahma, Zeca tinha um segredo: uma amante! Sim, a Santa esposa de Zeca tinha uma Amiga/Irmã de confiança, também casada. A Santa confiava as chaves e a senha da cueca de Zeca a essa Amiga/Irmã. Em posse dessa cega confiança, essa Amiga/Irmã passou a fazer uso regular dessa provisão. Ela e Zeca foram secretamente amantes por quase dois anos. Acontecia tudo ali, nos sombrios arredores do salão de assembléias. Zeca sumia no mapa. Dizia para sua esposa que estava em reuniões de congressos e de associação jurídicas. Reuniões que varavam a noite e o deixava esgotado. Zeca ganhava o mundo dizendo que estava por fazer discurso fora. Com o correr do tempo o, casamento de Zeca e Santa começava a ter problemas. Zeca perde o interesse por sua amada companheira. DesesperadaSanta recorre a sua melhor Amiga/Irmã na busca de conselhos. Santa faz confissão que o casal não bimbava mais e que, quando acontecia, tudo era tão chato... Ela roga a opinião da meiga Amiga/Irmã. A amicíssima aconselha: "Homem do tipo do Zeca tem uma visão espiritual e não carnal. Você não deveria tentar coisas novas na relação. Isso seria pior”. Daí, aconselhou Santa a fazer uma viagem para rever os familiares longe de Zeca afirmando que isso faria um bem enooorme na sua relação conjugal. A nossa querida Santa gostou da ideia. Resolveu passar duas semanas fora. Mal sabia Santa que sua fiel Amiga/Irmã já deitava com seu marido há tempos... (E a coisa era selvagem! A Amiga/Irmã fazia de tudo com Zeca. Liberava "as portas do fundo", bebia refrigerante na garrafa e se banhava todinha de Brahma para o Zeca tomar de canudinho. Ah... safados!) Algum tempo depois, Santa arruma as malas e sai em viajem. Zeca e Amiga/Irmã, agora sozinhos, curtem seu romance ardente. Certa vez a Amiga/Irmã é vista no salão de assembléia ao redor dos alojamentos... Mas todos acreditávamos que a esposa de Zeca estava em casa.

Não participei da comissão de Zeca e nem conheci os envolvidos nela. Não tenho confissão nem vídeo gravado que Zeca mandava ver com a rapariga nos terrenos da torre. Mas forte evidências nos levam a crer que sim. Em um determinado dia foram vistos saindo do galpão de manutenção nossa Amiga/Irmã toda bagunçada, com uma enxada na mão. E, minutos apósZeca sai desse galpão suado, ajeitando suas ferramentas quentes. É bem provável que tenha rolado uma rapidinha ali mesmo ou uma preliminar para mais tarde. Os danados nunca foram pegos no flagra!

Após um tempo, ainda em viajem, a mulher de Zeca começou a desconfiar do estranho comportamento do marido. Resolveu ligar para os irmãos para saber se Zeca estava realmente frequentando às reuniões. Ahá! Zeca mentia! Entrou em contradição! Então, desmascarado, Zeca resolveu abrir o jogo e contar sua infidelidade para Santa. É verdade que desde o início ele queria revelar suas saidinhas, porém, tinha medo das consequências. Sabia que o prejuízo seria grande para todos. Nosso pastor estava sendo chantageado pela Amiga/Irmã a permanecer como amantes, infiltrado do reino. Zeca voluntariamente procurou os co-anciãos para botar a boca no trombone e contar tudo. E eles providenciaram uma comissão. Zeca foi desassociado juntamente com a Amiga/Irmã. Zeca e a Amiga/Irmã foram expulsos do salão de assembléia. Estava tudo acabado. Tinham que se retirar em um prazo curto. Como as notícias correm rápido, os três cachorros que guardavam a arca da Brahma já estavam diferentes com Zeca. Esses fofíssimos animais ficaram postos na frente do salão de assembléia com uma espada giratória de fogo na boca impedindo o acesso de Zeca e a Amiga/Irmã ao jardim do Éden.

A esposa de Zeca ficou abalada. Mas, perdoou o marido. PorémZeca não estava disposto a morar com ela. Disse que nunca a amou. Zeca foi morar com a amiga/irmã. (Saibam que aquele negócio de "porta dos fundos" mexia com Ele... Zeca estava cansado daquele sexo a moda Abraão e Sara. Queria algo estilo 50 tons de cinza, mais selvagem como Davi e Bate-Seba.) A Santa esposa ficou sem marido, despejada da pousadinha do reino e sem trabalho ou assistência financeira. A vítima foi chutada do barco da torre a qual acreditava viajar na primeira classe. Descobriu que não sabia nadar. Por sorte foi morar com uma prima no sul do país.

Zeca e a Amiga/Irmã estavam juntos no pecado. Alugaram uma casa. A Amiga/Irmã largou o marido também e pediu divórcio. Seu marido tinha posses e ela estava de olho gordo na divisão de bens para recomeçar com Zeca. Esse homem ficou revoltado quando descobriu a traição e queria matar Zeca e a pobre Amiga/Irmã. Até hoje ele odeia as testemunhas de Jeová. Para se casarem, Zeca e a Amiga/Irmã precisaram de advogados. Por que? Porque nem a Santa e nem o marido da Amiga/Irmã queriam dar o atestado de corno. Eles queriam se casar para serem readmitidos. Por fim, o divórcio da Amiga/Irmã saiu rápido e logo eles tinham dinheiro para recomeçar. Porém, a esposa de Zeca teimava em não dar o divórcio. Foi uma luta de quase cinco anos! Assim que se casaram, Zeca e a Amiga/Irmã pediram para serem readmitidos. Fizeram a cartinha. Mas tomaram um chá de cadeira de dois anos até voltarem aos abraços dos irmãos.

A ex-esposa de Zeca, Santa, nunca se refez. Vive da caridade de outros. Zeca arrumou um emprego de representante comercial. Vende de tudo: chiclete, perfume, alimentos e remédios. Sua filosofia de vida é: “Deixa a vida me levar... Vida leva eu... Hoje sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu". E também aquele conhecido principio bíblico: "Quando estou bebo é que sou forte!"... E as coisas iam bem para o casal.

Em tempos recentes, eu fiz um discurso na congregação de Zeca. Ao final da reunião, ele veio cumprimentar-me. Não se lembrava de mim. Mas eu o conhecia. Zeca e sua nova Esposa/Amiga comentaram a reunião toda. Zeca também era indicador. Porém, Zeca não pode voltar a servir como ancião até que sua ex-esposa seja desassociada ou venha a morrer. A atual esposa Esposa/Amiga é prisioneira regulada. Em contraste, amarga a geladeira dos privilégios. (Veja apêndice no final do artigo, nota KS)

LIÇÃO Investimos materialmente na organização das testemunhas de Jeová. Nossas contribuições servem para custear as despesas operacionais do reino aqui na Terra e inclui a mesada dos que estão em diversas modalidades de tempo integral em prol da torre. Aquelas taxas absurdas em assembléias de circuitos e resoluções milionárias cobrem os custos de todos inclusive a família dos salonitas e seus patrões. Zeca era custeado por seu donativo. Talvez jamais tenha imaginado que seu dinheiro serviria para patrocinar o pagodinho do Zeca e suas peripécias sexuais - do motel e até do combustível para o veículo que fazia o translado do amor. Todas as despesas eram bancadas com aquela porção que reservarmos em nosso apertado orçamento todos os meses. Sim, aquelas "três moedinhas" (létpons) era o que molhavam as mãos e outras coisas de Zeca. (É... acreditamos que nossos recursos financeiros serão utilizados para apoiar e santificar o nome de Jeová. Mas, na verdade, não é bem assim...)

O que dizer da estrutura desumana da organização, onde membros são descartados e lançados ao relento do mar da humanidade? Nossa querida irmã ex-esposa Santa experimentou o descarte da Sociedade Torre de Vigia. Degustou a crueldade com aqueles que doam sua vida para a manutenção dessa entidade. Nem sacar FGTS em contas inativas esses escravos do reino tem direito. Ela ainda acredita que tudo aquilo foi obra do Diabo apenas para quebrantar a fé dela e que Satanás usou e abusou de seu ex-esposo e da fiel Amiga/Irmã unicamente para fazê-la deixar de ser leal a Jeová e a sua organização. Jamais nosso Senhor Jesus e soberano Jeová tem direcionado as coisas de tal forma a causar danos às ovelhinhas... mas... preservar a entidade JW.ORG. Eles estariam sendo egoístas demais se permitissem que tais práticas fossem administradas em função de seu belo nome. O que vemos é uma prova que atual congregação que se auto domina "cristã", de fato, não possui Cristo como seu cabeça e nem a aprovação divina.

APÊNDICE KS2010 3:8, pag 31 [Culpado de adultério no passado: Nesses casos, provavelmente levará mais tempo para ele recuperar sua boa reputação e a confiança das pessoas. Antes de considerarem sua recomendação com o superintendente de circuito, vocês devem saber responder as seguintes perguntas: Quando ocorreu o adultério? Ele foi repreendido, ou foi desassociado? No caso de repreensão, a comissão judicativa deu um anúncio? O cônjuge inocente o rejeitou? Como ficaram sabendo disso? Se ele se divorciou, casou de novo? Casou com a pessoa com quem cometeu adultério? Há evidências de que ele planejou tudo para ficar livre da esposa anterior ou que a pressionou a aceitar o divórcio? O adultério fez com que o casamento da outra pessoa acabasse? Como outros foram afetados pelo adultério? A esposa inocente ainda está viva? Ela se casou novamente? O que os convence de que ele recuperou a confiança das pessoas e que elas o encaram agora como bom exemplo? Se a transgressão foi cometida quando ele estava em outra congregação, escrevam aos anciãos de lá para saber o que acham da recomendação.

 

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