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Deus deseja "bebida forte" para si mesmo!

 

NÚMEROS 28:1, 2 e 7

"Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: 2 Dá ordens aos filhos de Israel e dize-lhes.. 7 E a sua libação será a quarta parte de um him para um cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte (shekar) ao SENHOR"

Análise:

Por favor, pense nisso: Se Deus desaprovasse o uso correto de bebida fermentada ou forte, acha que Ele "daria ordens" para que a "a libação de bebida forte" (shekar) lhe fosse ofertada e, ainda, como se não bastasse, no "santuário" sagrado? 

Em vez de ser algo impróprio ou condenado, a "oferta queimada ao SENHOR" mostraria ser "cheiro suave" (versículo 6). 

Além disso, Deus decretou que a oferta fosse feita "cada dia" — não apenas uma vez, mas duas vezes — pela "manhã" e "de tarde"! (versículos 3 e 4) Imaginou? Bebida inebriante duas vezes ao dia para o próprio Deus! — Veja também: Êxodo 29:40, 41 e Levítico 23:13. 

Prática semelhante deveria ser observada em cada uma das seguintes festividades:

Sábado (Números 28:9), 

Lua Nova (Números 28:14), 

Pães Asmos (Números 28:24), 

Primícias (Levítico 23:13, Números 28:31), 

Trombetas (Números 29:6), 

Expiação (Números 29:11) e 

Tabernáculos (Números 29:12-39).

 

Se bebidas inebriantes fossem algo pecaminoso,

por que eram aceitas na adoração divina?

Em outro lugar das Escrituras, em Esdras 6:9, mostra-se explicitamente que vinho ("hhamár") era "necessário... para holocausto ao Deus dos céus". (Vejam também Esdras 7:22, onde " vinho" refere-se igualmente a "hhamár".) Não há razão bíblica contextual para afirmar que qualquer dos vinhos mencionados aqui tratava-se apenas de simples suco de uva não-inebriante. A palavra usada para vinho em Esdras 6:9, "hhamár", é a mesma que descreve a bebida consumida no banquete babilônico do rei Belzasar (Daniel 5:1, 2, 4, 23). Tais banquetes eram famosos por suas famosas bebedeiras.

Consulte também Números 29:6, onde "libações" traduz a palavra "shekar", que é traduzida por "bebida forte".

COMPARAÇÃO REVELADORA

SALMOS 78:65

"Então, o Senhor despertou como de um sono, como um valente que o vinho (yayin) excitasse."

Análise:

Devemos crer que Deus inspirou o salmista a fazer a comparar depreciativamente sua pessoa como um "valente" que bebeu vinho excitante ou inebriante? Nada disso! Na mente do salmista, o consumo do vinho classificado como "excitante" certamente foi moderado, assim como fez o "valente" citado em Zacarias 10:7: "E os de Efraim serão como um valente, e o seu coração se alegrará como pelo vinho (yayin), e seus filhos o verão e se alegrarão; o seu coração se regozijará no SENHOR."

Diante do que analisamos aqui, de certo, o uso cauteloso de vinho e bebida forte ou inebriante são aceitos por Deus!

 

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