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A DOCE INFLUÊNCIA DAS PLÊIADES

FONTE

 

As Plêiades (M-45)

Uma nova teoria adiantou à pouco que o denominado Millikan ou raios cósmicos, que são de origem não identificada, mas que se crê que vem do sol e outras estrelas, fornecem a energia das células vivas. Pode ser que isto esteja correto e que os raios de Millikan sejam emanações do poder divino, “a doce influência das Plêiades” da qual Deus falou para o profeta Jó. – The Golden Age, 13 de Julho de 1927, p. 65

 

Jeová: Antigo Astronauta das Plêiades?

A constelação das sete estrelas que formam Plêiades parece estar no centro da coroa em que revolvem os sistemas conhecidos dos planetas…. foi sugerido, e com muito peso, que uma das estrelas desse grupo é o local da habitação de Jeová e o local mais alto dos céus.

A constelação das Plêiades é pequena comparada com outras que foram descobertas com instrumentos científicos que as aproximaram dos olhos humanos, desejosos do saber. Mas a grandeza em tamanho de outras estrelas ou planetas é pequena quando comparadas as Plêiades em importância, porque Plêiades é o local do trono eterno de Deus. – J. F. Rutherford, Reconciliação, 1928, p. 14.

 

Na página 91 do livro Anjos e Mulheres há uma alusão por Hesperus, um anjo caído, à seu lar anterior nas estrelas,. Hesperus diz o seguinte para Aloma, aparentemente referente à sua anterior condição no céu::

Oh Aloma, linda, amada, contemplada no céu ocidental! Tu és a mais brilhante do grupo celestial yon, uma estrela é brilhante e terna a seus próprios olhos? Lá, uma vez eu habitei, feliz e puro. Eu retornaria feliz para meu antigo reino. Eu tenho sido uma alma contristada, e estou cansado da terra, sua baixeza e pecado. Tenha piedade, Aloma! [1]

 

Quando o livro de 1878, de Mrs. J. G. Smith, intitulado Seola foi revisado e publicado em 1924 por um Estudante da Bíblia (TJ) com o titulo de Anjos e Mulheres, a Sociedade acreditou e ensinou que Jeová era um ser que eternamente existiu no tempo e espaço deste universo. Por exemplo, Rutherford disse o seguinte:

Jeová é e sempre foi. De eternidade à eternidade ele é o Senhor Deus…. Quão inescrutáveis são para nós os pensamentos que ele deve ter tido quando comungou consigo próprio no período que esteve completamente só na eternidade imensurável do tempo e espaço! [2]

 

Rutherford acreditou então que Jeová viveu eternamente no tempo e espaço infinito antes que Ele criasse qualquer coisa. Esta é uma visão ocultista na concepção sobre Deus, quer dizer, é comum entre teologias derivadas de meios ocultos (Anjos e Mulheres por exemplo!) mas é completamente diferente do Cristianismo histórico ou visão ortodoxa de Deus que retém que Ele transcende todo o tempo e espaço quando criou TODAS as coisas, inclusive o espaço e tempo. Considerando que ele criou o espaço e tempo, de acordo com a visão ortodoxa, ele é “sem espaço” (Infinito) e “não temporal” (eterno).

 

Jeová das Plêiades

Rutherford, como demonstram as anteriores citações, acreditou que Deus estava limitado a um lugar ou local no espaço. Este lugar foi identificado como estando no agrupamento estelar das Plêiades! Especificamente foi reivindicado que ele provavelmente vivia em, ou próximo a maior ou mais luminosa das estrelas neste grupo, Alcyone. A Idade do Ouro de 15 de Agosto de 1925 declarou que a cidade de Sião no céu estava associada com Alcyone no grupo estelar das Plêiades. [3]

Eles obtiveram esta convicção provavelmente de Piazzi Smyth e do trabalho de Joseph Seiss sobre as pirâmides. Por exemplo, Venha Teu Reino de Russell traz citações de Seiss como dizendo:

Alcyone, então, até onde a ciência pôde perceber, parece ser “o trono da meia-noite” em que o sistema inteiro de gravitação tem seu assento central, e do qual o Todo-Poderoso governa o universo.  [4]

 

Esta citação veio do livro de Seiss, Milagre na Pedra ou A Grande Pirâmide do Egito, publicado em 1877 (Também uma fonte para a piramidologia de Russell). A Pirâmide foi vista como a “Testemunha da Pedra de Deus” que apontou as Plêiades como o lugar em que Deus viveu. A conexão entre a Pirâmide e as Plêiades começou com a capa do livro que tem um desenho da Pirâmide e sete estrelas (as Plêiades). Neste livro Seiss reivindicou (baseado no trabalho anterior de Smyth) que quando a Pirâmide foi construída primeiro, a passagem de entrada:

… apontava para uma [Alfa] Draconis, a estrela polar de então, a sua mais baixa culminação, ao mesmo tempo que as Plêiades, particularmente Alcyone, o centro do grupo, esteja no mesmo meridiano acima [5]

Em 10 de Setembro de 1924, foi dito na Idade do Ouro, em que eles ainda estavam ecoando as palavras de Smyth e Seiss sobre a Pirâmide que aponta para as Plêiades quando foi construída primeiramente:

… a posição das Plêiades na hora da conclusão da Grande Pirâmide do Egito, a “Testemunha da Pedra de Deus”, é uma característica muito proeminente daquela construção no meio da terra do Egito. Por essas e outras razões os Estudantes da Bíblia tem bons motivos para acreditar que na região das Plêiades fica situado o trono de Jeová Deus,… [6]

Porque foi vista como sendo onde Jeová viveu (céu) era merecedora de reverências (adoração) e estudo pelos Estudantes da Bíblia:

Se em algum lugar no espaço entre as Plêiades está o trono de Deus, então este grupo é merecedor do nosso estudo mais reverente. [7]

Quando a Sociedade em 1953, terminou sua convicção que Deus viveu nas Plêiades, eles declararam que esta “reverência” poderia conduzir à adoração da estrela:

Se pensarmos nas Plêiades como seu trono, poderíamos ver impropriamente e com reverência especial, um agrupamento de estrelas. – Deut. 4:19; 2 Cron. 2:6; 6:18  [8]

Deuteronômio 4:19 declara:

e para não levantares teus olhos para os céus e de fato veres o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e realmente seres seduzido e te curvares diante deles, e os servires, os quais Jeová, teu Deus, tem repartido a todos os povos debaixo dos céus inteiros . (TNM)

A nota de rodapé para isto na TNM de 1984 com referencias diz: “e serve para (adoração) delas”…

As outras duas passagens citadas pela edição de 1953 mencionada, afirma que Deus não pode estar contido no universo. Eles também declararam que Deus e céus são invisíveis, e não podem serem vistos através de instrumentos científicos como telescópios. Isto aparentemente terminou com a convicção deles que Deus existe no universo. Porém, eles ainda declaram enfaticamente que acreditam que Deus existe em um “corpo” espiritual e está limitado então a um local particular não podendo estar em mais que um “lugar” de cada vez. Isto significa que eles ainda acreditam que ele existe dentro de algum tipo de espaço e tempo que Ele não criou. Outras declarações dos escritores da Sociedade parecem insinuar que anjos e Deus existem invisivelmente no tempo/espaço deste universo. Também, eles não focalizaram os problemas filosóficos de Jeová existir em um tempo/espaço não criado por Ele.

 

Jeová dirige um disco voador?

Considerando que Jeová foi visto como existindo no espaço exterior durante o período de Rutherford, ele não era Transcendente, Onipresente ou Eminente como os cristãos acreditam tradicionalmente. Ele estava limitado a um corpo localizado no “espaço entre as Plêiades.” Quando ele enviou anjos para comunicar com esses em anos-luz de distância da Terra, eles teriam que viajar pelo espaço para chegar aqui. Isto levou tempo. Dias, na realidade. [9]

Eles usaram algum tipo de astronave para viajar das Plêiades para a Terra como alguns sugeriram? Ou eles poderiam sobreviver viajando desamparadamente pelo espaço interestelar? Neste ponto a ocultista visão da Sociedade sobre Jeová e seus anjos soa mais como os deuses espaciais de Erich Von Daniken do que com o Alfa e Omega da Bíblia! Parece mais como a antiga teoria dos “deuses astronautas” de algumas religiões da Terra, que afirmam que inclusive o Deus da Bíblia foi de fato estrangeiros do espaço.  (Veja o livro Deus Dirige Um Disco Voador – autoria de R. L. Dione )  [10]

A Conexão Plêiades

Em seu recente livro, OVNIS na Nova Era das Mensagens Extraterrestres & a Verdade da Bíblia, William Alnor documenta a relação entre o movimento da Nova Era e o fenômeno dos OVNIS. Ele documenta que ambos têm crenças semelhantes que concernem às vezes em iluminar “tentativas extraterrestres” de se comunicar hoje em uma variedade de formas que incluem mensagens telepáticas, escritos psicografados, encantamento, etc.. Muitas dessas “tentativas extraterrestres” reivindicam vir de, você adivinhou, de Plêiades! [11] Esta é a verdade do livro “Antigos Astronautas” de Daniken e outros. [12]

Eu não estou tentando reivindicar aqui que Jeová era um “anterior astronauta” ou que a Sociedade acreditou que ele era. A definição da Sociedade e o demônio por detrás de Anjos e Mulheres, entretanto, é bem parecido com essa teoria. Também é similar às reivindicações de “tentativas extraterrestres” ou “irmãos do espaço.” [13] Se alguém fosse um crente desta teoria, poderia certamente achar bastante evidências para isto em Anjos e Mulheres e nas publicações anteriores da Sociedade Torre de Vigia. [14]

 

Hesperus Veio do Espaço Exterior

Hesperus, o anjo caído do livro Anjos e Mulheres reivindicou ser de um sistema estelar no espaço exterior. Ele disse que veio de um agrupamento de estrelas localizado no céu ocidental. Isto é semelhante à posição da Sociedade na ocasião, que o céu ficava situado no sistema estelar das Plêiades. As Plêiades porém, estão em nosso céu norte, não no oeste, de acordo com a Golden Age:

A Bíblia parece mostrar que o trono de Deus no céu está no que chamamos de norte, muito provavelmente perto das estrelas chamadas de Plêiades (Jó 38:31)  [15]

Porém, eu acredito que eles estavam recorrendo aqui ao hemisfério norte, não ao norte per si, já que as Plêiades podem ser vistas no céu Ocidental pela primavera no hemisfério norte. Anjos e Mulheres parece ensinar que todos os anjos caídos tiveram sua própria estrela ou planeta para as quais foram nomeados e das quais eles vieram. Eles não eram então, todos provenientes do sistema estelar de Plêiades.[16] Em contraste com tudo isto, a visão ortodoxa de Deus que transcende tempo e espaço está, em minha visão, mais de acordo com a Bíblia e a Ciência..

 

Física e Deus

Como apontado pelo astrônomo Hugh Ross, o Deus da Bíblia como tradicionalmente interpretado (sendo transcendente e pessoal) é o único das várias religiões que está de acordo com o conhecimento atual relativo à origem do universo. Todos os outros, inclusive o Deus das seitas Cristãs como Mormonismo, TJs, etc. e as semelhantes visões ocultistas de Dione, Daniken e outros, estão em conflito com a evidência.

A teoria geral de Einstein da relatividade apontou para a criação como assunto de energia do universo. Baseado em confirmação anterior de sua teoria, Einstein foi convencido da existência de Deus. Ele negou que Deus fosse porém pessoal, já que não recebeu uma resposta dos clérigos que o visitaram para o problema do mal e livre arbítrio vs predestinação. De 1966 a 1970 três físicos britânicos famosos, Stephen Hawking, George Ellis, e Roger Penrose resolveram as equações da Relatividade Geral de tempo/espaço e demonstraram que o próprio tempo teve um começo no evento da criação junto com espaço, matéria e energia. De acordo com a física da partícula teorética, parece que são requeridas dez dimensões de espaço e tempo para a criação das partículas neste universo. Assim, Quem ou Qualquer que foi o responsável por este universo pode operar em pelo menos dez dimensões de espaço e tempo.[17]  Esta evidência aponta ao Deus transcendente, pessoal das Escrituras, e não aos deuses limitados das Plêiades (TJs) ou Kolob (dos Mórmons) ou os semelhantes “antigos deuses astronautas”‘ de Dione e Daniken.

 

O Deus da Bíblia

O Deus da Bíblia é descrito apropriadamente como Transcendente, Onipresente, Onisciente e Pessoal. Ele é descrito como sendo o criador de todas as coisas que incluiriam as Plêiades (Gen. 1:1; João 1:1, 3, Col. 1:16.). ele criou o universo por Si, ninguém, como Miguel o Arcanjo, o ajudou (Isa. 44:24). Desde que ele criou todas as coisas por Si, ele transcende todas as coisas, inclusive o espaço (2 Cron. 2:6; 6:18; 1 Reis 8:27). Ele é, então, “sem tempo” ou Infinito, Eminente e Onipresente (Salmos 139:7-11; Jer. 23:23, 24,  Atos 17: 27, 28.). Desde que Ele criou todas as coisas, a Bíblia é consistente quando diz que o tempo foi criado bem como Deus é ‘”infinito” ou Eterno e Imortal (Col. 1:17; 2 Tim. 1:9; Tito 1:2; 1 Tim. 6:15; Salmos 90:2). Ele também é descrito como sendo Onisciente (Salmo 147:5; 1 João 3:20), não precisando de outros seres criados para O manter informado sobre “o que está havendo” “lá fora” no tempo e espaço.

 

Conclusão

Eu penso que é seguro concluir que há uma real diferença entre a visão de Rutherford, Joseph Smith, Dione, von Daniken, etc… cuja visão apresenta Deus como sendo um humanóide espacial, com o Deus Infinito, Eterno, Onisciente, Onipresente e Onipotente da Bíblia. As duas visões são muito diferentes. A diferença está entre a criatura e o Criador, o demoníaco extraterrestre e o Deus Todo-Poderoso. (Rev. 1:8)  [18]

por ken Raines

 

 

1. J. G. Smith, Angels and Women, (AB Abac Co., NY), 1924 p. 91.

2. J. F. Rutherford, 1928 Yearbook of the International Bible Students Association, Daily Texts and Comments, January 1.

3. The Golden Age, Aug. 15, 1925 p. 755.

4. Charles Taze Russell, Millennial Dawn, Vol. 3: Thy Kingdom Come, 1891 p. 327. This quote is from Seiss’ Miracle in Stone or The Pyramid of Egypt, 1877 p. 91.

5. Joseph Seiss, Miracle in Stone or The Great Pyramid of Egypt, 1877 (second edition, 1878), p. 83. Material in brackets mine.

6. The Golden Age, Sept. 10, 1924 pp. 793, 794.

7. Ibid., p. 794.

8. The Watchtower, Nov. 15, 1953 p. 703.

9. For documentation and a discussion of this see Duane Magnani’s book The Heavenly Weatherman, 1987 pp. 197-287. This has the most complete discussion available of the Society’s former belief that Jehovah lived in the Pleiades. Available from Witness, Inc. and JW Research.

10. Other Works in this genre are; W. Raymond Drake, Gods and Spacemen of the Ancient Past; Alan and Sally Landsburg, The Outer Space Connection; Erick von Daniken, Chariots of the Gods?; Gods From Outer Space.

11. UFO’s in the New Age, William Alnor, (Baker Book House),1992 pp. 29, 108, 165, 168, 172, 206.

12. Erich von Daniken, Chariots of the Gods?, 1969 p. 56; W. Raymand Drake, Gods and Spacemen of the Ancient Past, 1974 pp. 49, 116, 117.

13. I take the position that much of the UFO phenomena and “extraterrestrials” are occultic and demonic in nature. See SCP Journal, vol. 17, no. 1, 2, 1992, “Alien Encounters” ; Hugh Ross, “UFO’s &endash; The Mystery Resolved,” Reasons to Believe [Video].

14. Examples in Angels and Women; the unidentified flying “object” above the treetops carrying the Devas on p. 36, the “flash of light” from the sky that killed Cheros on pp. 58, 59, Hesperus claiming to be from a cluster of stars on p. 91.

15. The Golden Age, May 16, 1928 p. 540.

16. Angels and Women, pp. 149, 150

17. Hugh Ross,The Creator and the Cosmos &endash; How the Greatest Scientific Discoveries of the Century Reveal God, (Navpress), 1993. This book presents scientific evidence that God is personal as well.

18. I may be exaggerating here to make a point, but I do believe though that the Watchtower’s conception of Jehovah has at times gone beyond merely “anthropomorphic” to humanoid. There is much more on this issue that could be documented. If there is room, the next issue of this journal will have part two on the parallels in the beliefs of the ancient astronaut theory and the Society’s conception of Jehovah as a Pleiadian humanoid.

 

 

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