FIGURA 007
A CABEÇA DO CAPRINO
E O BOTE DA SERPENTE
As duas imagens que verá abaixo são fotografias de um caprino e de uma serpente, apresentadas apenas como referências visuais para a comparação que faremos a seguir.
Enquanto as imagens superiores são fotografias, a imagem inferior é uma ilustração publicada pelas Testemunhas de Jeová. A figura baseia-se na parábola do filho pródigo em Lucas 15:11-32.
Por exemplo: Livro O Maior Homem Que Já Viveu, capítulo 86, “A História de um Filho Perdido", Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, 1991 (página 279 do arquivo PDF digitalizado; a publicação impressa original não numera as páginas).
Para consultar ou baixar a versão completa desta publicação, incluindo as ilustrações, clique na capa acima e aguarde o carregamento.
Ao observar a gravura, alguns dizem ver a cabeça de um caprino e uma forma semelhante a uma serpente.
Lucas 15:29 menciona um cabrito na fala do filho mais velho. O relato, porém, não descreve nenhum caprino numa árvore e não menciona uma serpente em nenhuma parte da parábola.
Estariam mesmo ocultos na ilustração? Antes de prosseguir, pare aqui, volte à gravura original e confira você mesmo.
Tomou tempo para sua conferência minuciosa, ou apenas viu apressadamente?
Agora compare a gravura original com as indicações acrescentadas abaixo. Elas não criam novos traços: servem apenas para mostrar quais linhas da própria ilustração sustentam cada interpretação visual.
O que chama a atenção de alguns observadores não é simplesmente a percepção de formas animais, mas a leitura simultânea de um caprino e de uma serpente na mesma área da ilustração. Para esses leitores, os dois animais podem adquirir uma conotação sombria.
Em uma árvore de verdade ou num desenho natural, as cascas e rachaduras podem seguir o sentido em que a planta cresce (de baixo para cima). Na região destacada, algumas linhas atravessam o eixo predominante do tronco e podem ser interpretadas como focinho, cavidades dos olhos e curvas de um corpo sinuoso.
Se, ao observarmos o desenho, encontrássemos um simpático coelho, uma linda borboleta ou um ursinho gracioso, isso também seria incomum... Mas, naaão! As formas encontradas tinham logo que lembrar animais frequentemente associados, em algumas tradições, ao ocultismo? Não acha isso suspeito, leitor? Muito estranho, muito estranho mesmo...
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