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010 Os dedos do zumbi celestial - Testemunha de Jeova

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FIGURA 010
OS DEDOS DO ZUMBI CELESTIAL
Teste suas habilidades.

Observe atentamente a ilustração a seguir.

Algo chama a sua atenção? Se quiser, amplie a imagem.
ONDE APARECE ESTA GRAVURA?
Por exemplo: Livro Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!, página 52, edição de 1988.
Para consultar ou baixar a versão completa desta publicação, incluindo as ilustrações, clique na capa acima e aguarde o carregamento.

REVELANDO
Todos os bastões ou cetros são segurados por uma só mão ― exceto um. Veja isso na figura. Neste caso, o bastão é segurado por duas mãos. E é aí que está o problema.

Uma das mãos é diferente das demais. Não combina. É penetra!

O ponto focal são os cinco dedos estranhos — não o punho ou o braço inteiro encoberto pela manga da roupa. Os dedos aparecem deformados, estranhamente arreganhados.
Ampliação dos cinco dedos da mão que segura o cetro
Observe cada dedo, um por um.
Gostaria de ter dedos assim?

Em vez de uma mão humana normal, sua aparência lembra a representação de uma mão de zumbi — daí o título provocativo desta análise. Compare visualmente com o exemplo abaixo e imagine essa mão segurando o cetro. Consegue fazer isso?
Mão de zumbi usada como comparação visual com os dedos da gravura
O INDICETJ não afirma que há literalmente um zumbi na gravura. “Mão de zumbi” é apenas uma comparação visual — uma forma de descrever a aparência estranha daqueles dedos.
SUPOSIÇÕES
— O QUE O ILUSTRADOR QUER TRANSMITIR COM ISSO?

Seria uma mão “intrusa”, tentando tomar o cetro de um dos reis celestiais? Algum personagem maligno teria conseguido se infiltrar justamente onde, segundo a própria narrativa bíblica, não deveria estar? Ou seria um dos 144 mil largando o cetro, abandonando seu posto ao lado de Cristo precisamente na hora do Armagedom?

Convenhamos: qualquer uma dessas hipóteses produziria uma cena bastante curiosa.

Mas são apenas isso: hipóteses. A gravura não nos permite afirmar o que o ilustrador pretendia representar — nem transformar uma interpretação possível em intenção comprovada.

E, na verdade, nem precisamos fazer isso.
CINCO PONTOS CONTINUAM CLAROS, QUALQUER QUE SEJA A INTERPRETAÇÃO


1
Os cinco dedos estão efetivamente desenhados na gravura.
Não precisam ser acrescentados, reconstruídos ou imaginados.

2
A diferença pode ser conferida dentro da própria ilustração.
Basta comparar aquela mão com as demais mãos que seguram os outros cetros.

3
Não é necessário girar, espelhar ou manipular a imagem para perceber a configuração.
Ela está ali, na posição em que foi publicada.

4
Discordar do significado não elimina o elemento visual.
Alguém pode rejeitar todas as nossas suposições e, ainda assim, continuar diante dos mesmos cinco dedos.

5
A questão da intenção vem depois da constatação.
Antes de perguntar por que o ilustrador desenhou aquilo, é preciso admitir o que ele desenhou.
POR QUÊ?
Foi deliberado? Há algum significado por trás dessa forma? O ilustrador quis chamar atenção para aquela mão? Ou essa configuração surgiu apenas por acaso?
A imagem, sozinha, não responde.
Há, porém, uma pergunta muito mais simples — e anterior a todas essas:
OS CINCO DEDOS ESTÃO REPRESENTADOS DESSA FORMA OU NÃO?
Porque podemos discutir durante horas o que aquela mão significa. O que não podemos fazer é apagar aquilo que foi impresso.
Será que esta mão é perfeitamente normal — igualzinha às demais — e toda essa diferença existe apenas na imaginação dos opositores?
Olhe primeiro. Interprete depois. E tire a sua própria conclusão.
Envie sua opinião, dúvida ou comentário:
indicetj@yahoo.com.br
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