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106 A bela adormecida - Testemunha de Jeova

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FIGURA 106
A BELA ADORMECIDA
Revista A Sentinela de 1º de agosto de 2012, página 7

Se o leitor está verificando todas as figuras do acervo, talvez lembre que já viu esta ilustração quando pesquisou a figura nº 8.
Agora, porém, destacamos uma imagem escondida que lembra uma criança deitada - talvez uma menina - abraçando inocentemente a seu travesseiro.
Leitor, teste sua capacidade de percepção e tente encontrá-la!
DICAS
1: Concentre-se na camada escura superior que contorna a caverna, bem no alto.
2: A criança está deitada numa posição semelhante a da pessoa, na imagem abaixo.



E aí? Encontrou?
Se não achou, não se preocupe. Eu entendo.
Sei que é trabalhoso procurar algo que está disfarçado e sem mesmo ter a menor noção do tamanho e direção da figura, principalmente se você não tem vista treinada.
Para lhe ajudar a descobrir o mistério da bela adormecida, eis aqui uma coloração indicativa de sua localização:



Num jogo de sombras e luzes claras e escuras, o ilustrador desenhou uma menina deitada!
Suponho que o leitor agora percebeu a jovem deitada no alto da caverna, não percebeu?


A menina escondida no desenho e a mulher da foto estão deitadas numa posição quase similar. É impressionante como as Testemunhas de Jeová não enxergam as figuras estranhas espalhadas em diversas de suas publicações!
Mas a questão intrigante é:

Com que propósito a menininha foi desenhada ali?
Será que ela faz parte de uma mensagem que ainda não percebemos?

Infelizmente sim. Encontrar a menina deitada é apenas parte do problema.
E, para sua surpresa, é um triste e nojento problema!
Leitor, por favor, por si mesmo, queira reparar onde "Jesus" pretende acariciar a menininha.

Com tantas denúncias que se tem ouvido sobre Testemunhas de Jeová pedófilas e a política da liderança em tratar destes casos, desenhar uma mão exatamente neste local seria bem revelador, não seria? Seria isso um protesto por parte do desenhista?



É óbvio que nem Jesus e nem sua mão está "fisicamente" próxima à jovem. Jesus está distante da caverna. Seria algo muito explícito se Jesus estivesse ali juntinho a menina! Porém, a criatividade do desenhista resolveu o problema. A mão e Jesus foi desenhada, mesmo à distância, numa posição tal que transmitisse ou insinuasse o efeito visual pretendido. Trata-se de uma mensagem oculta, não direta. Não é só olhar e ver. Tem que perceber. Tem que raciocinar. É a ideia que conta. Observe novamente a gravura acima e note como o ilustrador obteve bom êxito em transmitir a mensagem. Em qualquer outro local que o artista pusesse a mão de Jesus, a ideia se perderia.

Puxa vida, leitor, será que o artista das Testemunhas de Jeová não poderia desenhar a mão em outra posição - um lugar que não gerasse dúvidas? Claro que poderia! Mas, para passar a mensagem oculta, a mão tem que estar ali.

Pode ser que você ache que isso é apenas uma infeliz coincidência. Neste caso, então, as publicações das TJs apresentam várias "infelizes coincidências"... Infelizmente, temos mais uma indicação que nos conduz a crer que não se trata de nenhuma coincidência. E isso, confesso, me dá enjoo.

Talvez a ideia do abuso infantil pareça mais significativa quando percebemos a sugestão da palavra "SEX" discretamente esboçada nas duras pedras e estrategicamente posicionada num campo de visão abaixo da mão de Jesus! Repare o destaque da imagem:

Alguns disseram que não conseguiram notar a palavra "SEX". Ora, mas o que queriam estes que não enxergam a palavra? Que ilustrador escrevesse usando a fonte "times new roman", por exemplo? Ora, trata-se de uma mensagem indireta! Não é para ser algo óbvio ou direto!

Muitos acreditam que a organização das Testemunhas de Jeová tende a não denunciar pedófilos para não manchar a imagem da chamada "organização de Deus". Seria este desenho uma aviso, uma espécie de manifestação silenciosa por parte de algum ilustrador inconformado com a política da organização de como tratar seus membros identificados como pedófilos? Não sei. Não temos como saber. Se este foi o caso, o desenhista não pode revelar abertamente que pretendeu expor sua inconformidade através de sua concepção artística: ele seria expulso, desassociado...

A menininha deitada, a mão nas partes e a palavra "SEX" - todos desenhados num mesmo ângulo vertical - complementam-se para transmitir o quadro ou ideia principal.
Esta ilustração foi publicada originalmente na Sentinela de 1º de agosto de 1989, página 7. Assim, por mais de 20 anos a menininha continua sendo sexualmente "apalpada"! E a liderança nada ou quase nada faz para impedir isso!
A "fórmula" ou o segredo revelado é:
CRIANÇA + MÃO + SEX = PEDOFILIA
E você leitor, também considera algo SEX projetar aquela mão na criança?
Seja como for, a liderança das Testemunhas de Jeová — o corpo governante — acredita que esta ilustração transmite a mensagem desejada. Que se dane se esta figura tem chocado a alguém! O corpo governante continua a publicá-la — no mundo inteiro.

Para informações sobre a pedofilia entre as Testemunhas de Jeová e como elas lidam com isso, consulte o tópico "PEDOFILIA".
Agradecimento a um leitor (que optou pelo anonimato) por preparar este vídeo. Colabore você também!
Não viu nada de estranho? Acredita que não há nada suspeito ou digno de atenção nessa gravura?

Pois compare agora com uma representação posterior da mesma cena.

Anos depois, no livro Jesus — o Caminho, a Verdade e a Vida, publicado em 2015, a ressurreição de Lázaro aparece novamente no capítulo 91, páginas 214-215 — mas a ilustração foi redesenhada em diversos aspectos.

Veja abaixo a gravura posterior e compare você mesmo:
SERÁ QUE A DIFERENÇA TAMBÉM É “PAREIDOLIA”?

Aqui cabe uma ironia.

Será que as modificações apontadas pelo INDICETJ existem apenas na imaginação de quem observa?

Será que as duas gravuras são, na verdade, exatamente iguais?

Será que todas essas diferenças surgiram por acaso, sem qualquer decisão de quem produziu a nova ilustração?

Compare as duas imagens. Não aceite nossa conclusão simplesmente porque a apresentamos aqui. Veja o que permaneceu e, principalmente, o que mudou.

Naturalmente, o fato de uma publicação posterior apresentar uma ilustração diferente não prova, por si só, por que ela foi redesenhada. O que pode ser constatado diretamente é algo mais simples: a representação posterior não reproduz a gravura anterior exatamente como ela havia sido publicada.
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